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quarta-feira, 9 de março de 2011

Campanhas de Carnaval contra o xixi na rua

O Carnaval 2011 já acabou, mas as campanhas contra o xixi nas ruas ganharam destaque neste ano.
O jornal O Globo lançou no final de semana que antecedia o Carnaval uma campanha que tinha o seguinte título: “Neste Carnaval, comporte-se como um cidadão. Xixi na rua, não”.

A campanha foi criada pela agência F/Nazca que desenvolveu um filme em versão de 30 segundos, spot de rádio, anúncios de jornal e peças de mídia online. O filme foi intitulado de “Mijão”, e nele mostra um homem fantasiado de palhaço fazendo seu xixi tranquilamente em um muro. O filme compara o moço com um cachorro e na sequência, um texto alerta, pausadamente: “Agora só falta sentar, dar a patinha, deitar, rolar, fingir de morto e abanar o rabinho”.

Achei sensacional a iniciativa do jornal. Assistam abaixo o filme na íntegra.



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A Rede Globo também não ficou atrás. É comum a emissora criar vinhetas especiais para esta época do ano, alertando principalmente sobre a importância da camisinha.
Desta vez, além de criar vídeos falando sobre camisinha, lixo e paz no Carnaval, o xixi nas ruas também ganhou espaço. O vídeo bem humorado foi criado pela Vitória Régia Produções e traz Regina Casé como protagonista.

Bem divertido e explicativo. O refrão até rende uma marchinha bem bacana: "Tá com vontade de fazer xixi? Não faz aqui! Não faz aqui!". Confiram:




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Mesmo com tanta campanha de conscientização, alguns foliões ignoraram total o recado. Sem nenhuma vergonha e pudor, se aliviaram da maneira mais fácil e mais porca que existe.
Um destes desavisados foi pego de surpresa enquanto fazia xixi na roda de um carro de reportagem da TV Globo.
O cara ficou sem graça, pediu desculpas e tal, mas não deixou de dar aquela mijada no carro da emissora que tanto investiu na divulgação da campanha contra o xixi na rua.

É, isso é o que eu chamo de ironia da vida!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Imperatriz também faz xixi

Notícia do Portal Terra.

Essa moça de família (que atende pelo nome de IMPERATRIZ, por causa de seu affair com o jogador Adriano) tem um bom gosto pra fotos que só vendo...
Acho que vai virar musa aqui no meu blog.
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Joana Machado posa sentada no vaso sanitário em ensaio

Joana Machado posou para as lentes de Vanessa Dalceno sentada no vaso sanitário e fumando. As fotos farão parte do catálogo virtual da fotógrafa e foram clicadas na tarde de ontem em São Paulo.

Joana se prepara para lançar seu primeiro ensaio nu, na capa da Sexy, em 24 de fevereiro, que teve como tema A Imperatriz, título herdado do seu noivado com o jogador Adriano.

Joana Machado é Rainha de Bateria da X-9 Paulistana e poderá ser vista no Sambódromo do Anhembi, no Carnaval.

Médico explica quais são os riscos de segurar o xixi

Olhaí!
O assunto foi matéria no novo programa matinal da Rede Globo, Bem Estar.
Eu vivo desaguando por aí. Não importa onde. Ainda bem!

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Médico explica quais são os riscos de segurar o xixi

Bem Estar desta 4ª (23) teve a participação do urologista Marcelo Vieira.
Urina serve para limpar uretra de bactérias e diminuir chance de infecções.

O hábito de homens e, principalmente, mulheres de segurar o xixi até encontrar um local adequado foi um dos temas centrais do Bem Estar desta quarta-feira (23).

O urologista Marcelo Vieira, do Hospital Samaritano, em São Paulo, esteve presente no estúdio com Mariana Ferrão e Fernando Rocha para falar se adiar a hora de urinar pode prejudicar os rins, a bexiga ou o organismo em geral.

As ruas, o trânsito e os ônibus são alguns dos locais em que as pessoas costumam ficar “apertadas”. Em casos mais extremos, comuns no sexo feminino, esse comportamento pode provocar uma infecção urinária.

Segundo Vieira, o xixi serve para limpar a uretra, onde se acumulam bactérias, e evitar uma possível infecção urinária. Portanto, quanto maior o tempo que uma pessoa fica sem ir ao banheiro, maior também é o risco de um problema posterior.

O urologista afirmou que o organismo humano precisa, em média, de dois litros de água por dia. Na hora da atividade física, o recomendado são 600 ml por hora, o equivalente a uma garrafinha.

Quem trabalha com telemarketing ou em centrais de atendimento acaba tomando muita água, na tentativa de molhar a garganta e melhorar a voz, e ficando com mais vontade que o normal de fazer xixi. O problema é que tudo nesses locais é cronometrado, e uma ligação vem atrás da outra. “Você se programa para levantar, aí aparece um cliente que fica 20 minutos ao telefone”, disse a atendente Nilza Teodoro.

Na rodoviária, a espera pode levar horas. A aposentada Marilene de Carvalho saiu de Ubatuba, no litoral norte paulista, com direção à capital e ficou quase seis horas sem fazer xixi. Esperou um lugar mais confortável e limpo. Como é diabética, sabe que essa atitude não é a mais indicada. "Depois a gente se sente aliviada, satisfeita”, afirmou.

De acordo com o urologista, segurar o xixi não aumenta a pressão da bexiga a ponto de danificar os rins. Mas a vontade é incômoda porque, quando o comando de que a bexiga está cheia passa para o cérebro, ele atravessa o sistema límbico, também responsável pelas emoções, e faz com que o desejo aumente ao ouvir barulho de água, chuva ou torneira, avistar um banheiro ou presenciar outras situações que lembrem que a bexiga precisa ser esvaziada.

Vieira também disse que, no frio, a vontade cresce porque o corpo não sua tanto e acumula mais água. Já nos homens com problema de próstata, o crescimento anormal do órgão pode pressionar a uretra e impedir que a bexiga libere completamente a urina.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Banheiro exclusivo para Gays

É minha gente, o mundo evolui e as pessoas também. AMÉM!
Eu sempre fiquei me questionando essa parada de gay usar banheiro masculino e lésbica usar banheiro feminino. Sei lá, não acho confortável para eles e para nós (principalmente para os homens).
Mas a escola de samba carioca, campeã do Carnaval 2010, Unidos da Tijuca, se propôs a resolver este problema, pelo menos para a sua comunidade. A nova quadra da escola conta com esta portinha a mais para uso exclusivo do público homossexual.

O assunto causou polêmica entre os defensores e ativistas dos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Eles alegam que um banheiro especial para homossexuais funciona como um retrocesso, vai contra a cidadania provocando a violação dos direitos coletivos. O presidente do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT do Rio de Janeiro, Claudio Nascimento, usou o termo "apartheid carnavalesco" para ilustrar a atitude.
Bom, a verdade é que muitas bichas "montadas" poderão entrar de mini saia em seu banheirinho especial e se arrumar à vontade, sem passar por nenhum tipo de constrangimento.

A inauguração do banheiro gay foi babado, gente! Teve corte de faixa e tudo mais com a presença do secretário municipal de Turismo, Antônio Pedro Figueira de Mello, o carnavalesco da Unidos da Tijuca, Paulo Barros, o carnavalesco da Cidade do Samba, Milton Cunha, além do casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, Marquinhos e Geovanna.

Enquanto o samba rolava solto na quadra, os curiosos (gays e heteros) faziam fila para conhecer o único banheiro decorado da escola. Na porta, a ilustração de uso era ostentada por dois bonequinhos com roupinhas com as cores do arco-íris. No lado de dentro, fotos de Carmem Miranda, borboletas nos azulejos e ao redor do espelho com borda cor de rosa davam o tom "colorido" ao ambiente, o único com direito a espelho de corpo inteiro na entrada e no interior, além de pufes roxos, aparador com flores e recipientes com camisinhas.

Posso falar? Achei um LUXO esse banheiro gay. Banheiro é sempre bem vindo, não importa pra quem seja destinado. Acho assim, ninguém é obrigado a usar. Se algum gay se sentir ofendido ou ficar com vergonha de usá-lo, o feminino e o masculino estarão lá, a disposição.

Olha só que coisa mais divina de se ver, gente! É um pecado querer acabar com isso.






[As imagens postadas são do portal G-1 e Último Segundo]

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Eu NÃO como papel higiênico

Meu pai, meu irmão e meu namorado vivem brigando comigo dizendo que uso muito papel higiênico. E eu assumo, é verdade mesmo. Fazer o quê se eu faço xixi umas 20 vezes por dia? Não há rolo que dure, né?!

Aí, eles utilizam a frase "Você "come" papel higiênico" para ilustrar o meu exagero. Mas eu queria contar uma coisa pra eles: Não, meus amores, eu não como papel higiênico, nem sei que gosto tem. Já a americana Kesha sim, essa come papel higiênico".

Sérião. Uma americana de 34 anos é viciada em comer papel higiênico e chega a engolir meio rolo de papel por dia. Tá bom prá vocês? E ela assume: "Eu amo papel higiênico". Eu também amo, gente. Amo o NEVE, inclusive, mas peraí, né?!

A bonita começou com esse vício na adolescência e, calcula-se que ao longo de sua vida, Kesha comeu mais de 5 quilos de papel.
E ela ainda tem lá suas preferências. Gosta mais de engolir os folha dupla pq é mais fácil de digerir!

É mole, minha gente?! Depois a louca sou eu!

(Notícia via G1)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Leitura: O Que Seu Cocô Está Dizendo a Você


O Que Seu Cocô Está Dizendo a Você

Sinopse:
Olhe antes de dar a descarga! Já reparou que, cada vez que você vai ao banheiro, seu cocô sai de um jeito diferente? Por quê? Este livro foi feito para você entender o que anda acontecendo no seu trato digestivo. Um trabalho muito divertido e que revela muito sobre a sua saúde. Aqui estão, em linguagem direta e com um monte de desenhos, descrições absurdamente engraçadas de dezenas de tipos de cocô, incluindo: Os Que Flutuam versus Os Que Afundam; O Cocô-monstro, O Cocô Empedrado, O Pingente, A Cocô-foria, O Cocô Que Põe Fim à Lua-de-Mel... além de curiosidades, histórias e outras titicas.

Título: O Que Seu Cocô Está Dizendo a Você
Subtítulo: Montes de Fatos Importantes sobre a Sua Saúde
Autor: Anish Sheth, Josh Richman
Editora: Matrix
Edição: 1
Ano: 2008
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 96 páginas

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Cara, quero comprar agora!
Já assistiram o programa “Você é o que você come” exibido pelo canal GNT? Lá uma nutricionista bem xucra acompanha a alimentação de um gordinho qualquer e mostra pra ele a maneira correta de se alimentar. É chocante, pq a moça faz questão de frisar que o cara só come porcaria e que o estômago acaba se tornando um depósito de lixo alimentar. Choca, mas é verdade.
O livro também deve seguir essa linha. Pelo cocô [e pelo funcionamento do intestino] já dá pra se ter uma noção de como a pessoa se alimenta.
E mais, foi escrito por quem tem conhecimento de causa: Anish Sheth fala com propriedade sobre o assunto pq é gastroenterologista.

Acho que vou comprar o livro. Além de interessante, o precinho é bem convidativo: R$ 6,90.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

"Sem vaso sanitário, não me caso"

Ter vaso sanitário em casa é algo tão comum pra gente, né?! Todo mundo tem e todo mundo usa pra fazer suas necessidades com higiene.
Este “adereço” é tão primordial que muitos casais após dividirem o mesmo teto, estipulam até mesmo a divisão de seus banheiros: um pro homem e outro pra mulher.
Banheiro é uma coisa tão nossa, né? Tão íntimo da gente!
Eu, por exemplo, “travo” muitas vezes quando viajo, ou quando estou na casa de alguém e bate aquela dor de barriga.

Aí eu me deparo com a seguinte notícia no portal da VEJA: “Índia promove campanha ‘Sem vaso sanitário, não me caso’”.
Vocês tem noção que na Índia cerca de 638 milhões de pessoas não possuem vaso sanitário em casa, segundo dados da UNICEF? Isso é chocante, gente!

As pessoas defecam ao ar livre e correm sérios riscos de contrair doenças como malária e AIDS. As famílias possuem mais televisores e celulares do que um simples vaso sanitário. E detalhe, segundo a UNICEF, o país está no rumo certo para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), porém com este ritmo, esta meta só será alcançada em 2043.

Aqui no Brasil, alguns casais tem banheiro próprio para cada um, já na Índia, o risco de nenhuma pessoa ter sequer um único vaso sanitário é muito grande.

Leia abaixo a notícia na íntegra.

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Índia promove campanha 'Sem vaso sanitário, não me caso'

Governo quer acabar com a defecação ao ar livre, que causa inúmeras doenças

"Sem vaso sanitário, não me caso" é a mensagem utilizada por uma campanha promovida pelo governo de um estado do norte da Índia, que conseguiu que 1,4 milhão de vasos fossem instalados em lares do país, onde metade da população não conta com esse utensílio de higiene básica. A ideia é convencer as famílias, que normalmente se encarregam de organizar os casamentos na Índia, que rejeitem os pretendentes de suas filhas que não aceitarem construir vasos sanitários em suas casas.

Popularmente conhecida como "No loo? No 'I do'" (Sem privada? Não aceito, em tradução livre), a iniciativa conta com o apoio financeiro do governo, que custeia 80% da construção de banheiros nos lares mais pobres. "Deu muito trabalho para criar consciência sobre a higiene. Mas nos demos conta de que envolvendo as mulheres seria mais fácil", explicou a diretora do departamento de desenvolvimento para mulheres e crianças de Haryana, Neerja Shekhar. Graças à campanha, "muitas famílias pobres têm um banheiro em suas casas", acrescentou ela.

Isto pode "servir como um impulso fantástico para as comunidades" de toda a Índia, acrescentou a diretora de comunicação da Unicef no sul da Ásia, Sarah Crowe. Segundo ela, é preciso educar para convencer as pessoas da importância de se ter banheiro em seus lares. Na índia, 638 milhões de pessoas não têm vaso sanitário em casa, segundo dados da Unicef.

Recursos - Em 1999, o governo indiano lançou um programa de quase 3 bilhões de dólares que previa a construção de 118 milhões de banheiros, principalmente em escolas, creches e regiões rurais. Segundo dados oficiais, há dois anos ainda faltavam construir vasos sanitários em 115 milhões de lares rurais, por isso parece difícil cumprir o objetivo do governo de acabar com a defecação ao ar livre até 2012.

Em comunicado, a Unicef alertou para os riscos a que a população que defeca ao ar livre se expõe, como diarreia, malária e aids, e calculou em 500.000 o número de crianças do sul da Ásia que morrem anualmente por causa das insalubridade. As ONGs que colaboram nas campanhas governamentais para promover o uso do vaso sanitário advertem que, além dos riscos para a saúde, as mulheres se arriscam a ser assediadas ao saírem de suas casas para fazer suas necessidades durante a madrugada.

Em comunicado, a Unicef alertou que a região está no rumo certo para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que segundo seus cálculos, nesse ritmo só será possível em 2043, 28 anos depois da data previsto. Na Índia, "há mais famílias com televisões em suas casas e mais pessoas que têm telefones celulares do que instalações sanitárias decentes", lamentou a organização.

(Com agência EFE)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Restaurante + banheiro + comida = GORFO!

Comida e banheiro não se misturam, tô certa? Creio que a maioria das pessoas concorda comigo. Mas tem um pessoal lá de Taiwan que acha que as duas coisas juntas (banheiro + comida) tem tudo super a ver.
A dica foi enviada pela minha querida amiga Gisele Nascimento e foi destaque no portal Terra.

Imagine ir à um restaurante onde os bancos que você irá se sentar são réplicas de vaso sanitário, a mesa em que irá comer imita pias de banheiro e a comida.... bem, molhos e sorvetes tem formato de "nhaca" e são servidos em potinhos-privadas.
Delícia, né?

A matéria frisa que o local é extremamente limpo, mas eu não sei se acho legal ou indigesto. Tô na dúvida.
O que vocês acharam? Vocês estão bem? Chamo o HUGO agora ou deixo pra depois?
Que medo dessas pessoas!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Privada de John Lennon foi leiloada

Ei, você seria capaz de pagar quase 12 mil euros pelo vaso sanitário usado pelo ex Beatle, John Lennon? Pô gente, é a privada que o cara usou por cerca de três anos. Imagina quanta coisa ele fez lá dentro, hein?!

Pois acreditem, a privada do ídolo foi arrematada por um colecionador durante um leilão de objetos ligados aos Beatles em Liverpool. Feito de porcelana branca decorado com frisos e detalhes de florais azuis, o vaso foi usado pelo músico quando vivia em Tittenhurst Park no condado de Berkshire (Sudeste da Inglaterra).

O vaso tinha sido dado por John Lennon a John Hancock, um pedreiro que fez alguns trabalhos para ele. O músico havia sugerido a ele que usasse como um jarro de flores, após a instalação de um novo banheiro. O vaso foi conservado durante 40 anos, até a morte do pedreiro. A decisão de vendê-la foi tomada pelo filho.

Fonte: Correio do Povo - 29/08/2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Banheiros de supermercado avaliados pelo jornal Diário de S.Paulo

Companheiros de cabine,
O jornal Diário de São Paulo publicou uma matéria pra lá de interessante hoje. Escrito pela jornalista Deise Machado, a publicação visitou unidades de cinco redes de supermercado para avaliar as condições de seus banheiros. As marcas visitadas foram: Carrefour, Compre Bem, Extra, Futurama e Wall Mart, todos eles com condições precárias de uso. O supermercado Compre Bem, por exemplo, não tem banheiro para uso público. Imaginem só...

Eu já usei uma vez o banheiro de um supermercado perto de casa, o do Sonda. A experiência não foi das piores mas o banheiro tinha um cheiro péssimo. Fora que o papel higiênico que disponibilizam nesses lugares é horroroso. É escuro, grosso, parece uma lixa! Eu sempre dou umas amassadinhas no papel antes de usar, assim ele fica mais maleável e não machucam tanto a nossa "menina" na hora de secá-la.

Vou disponibilizar aqui a matéria do Diário de São Paulo. A dica veio do Bruno Folli (meu namorado e ex repórter do jornal).
Coincidentemente, a Deise discorre sobre os mesmos quesitos que uso aqui no blog na hora de avaliar um banheiro: limpeza, cabines, a presença de papel higiênico, papel toalha e sabonete líquido, suporte para bolsas e banheiro para deficientes físicos. Eu adorei a matéria!

Acho que estamos carentes deste assunto, poucos se importam em manter os banheiros limpos e conservados, mas lendo o box da matéria percebo que além de carente no assunto, precisamos de mais cabines sanitárias na cidade de São Paulo.
Homero Bruschini, médico urologista do Hospital das Clínicas escreveu um guia em parceria com três enfermeiras para orientar o usuário sobre os banheiros de São Paulo. O médico afirma que no quesito banheiro público, nossa cidade está na Idade da Pedra. Isso é assustador!

Parabéns pela matéria e por abordarem um tema tão pouco falado.
Banheiro limpo é importante sim e, mais do que isso, é importante que a cidade nos disponibilize cabines públicas decentes para nós!

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Banheiros de supermercados, uma aventura difícil de encarar

O DIÁRIO visitou unidades de cinco redes de supermercados e constatou: em todas elas, higiene e manutenção deixam a desejar

Usar banheiros em supermercados de São Paulo pode ser uma aventura. O DIÁRIO visitou unidades do Carrefour, Compre Bem, Extra, Futurama e Wall Mart, aleatoriamente, e concluiu que todas deixam a desejar em higiene e manutenção. Algumas nem sanitários têm - caso do Compre Bem que, segundo os responsáveis, tem projeto de reforma que "inclui novos banheiros".

No
Carrefour da Rua Zanzibar, na Casa Verde, Zona Norte, o banheiro feminino é sujo e mal cheiroso. Os cinco boxes tinham papel higiênico fora dos suportes e válvulas de descarga sem acabamento. Só três com suporte para bolsas. No masculino, cheiro ruim e privadas sujas. Porta-papéis danificados. No banheiro para deficientes, papel longe da privada. A rede informa que prevê reforma completa em 20 dias.

No
Extra da Brigadeiro Luiz Antônio, na região central, chão molhado e sujo no banheiro feminino. Nenhum box com suporte para bolsas. Banheiro masculino sem sabonete ou papel-toalha. Um box com papel, o outro sem. Banheiro para deficientes só com chave. O supermercado informa que está tomando medidas cabíveis e que orientou os colaboradores a manter o banheiro de deficientes acessível.

No
Futurama da Angélica, também na região central, o banheiro é trancado. O cliente tem que pedir a chave. É sujo e molhado. Há dois boxes e só uma pia. Sem banheiro para deficientes. A diretora de marketing, Thaís Pedroso, diz que é "para manter limpo e organizado" que as chaves ficam no balcão e que é norma da rede a limpeza a cada duas horas. Diz que tomarão providências.

No
Wall Mart Pacaembu, na Zona Oeste, há 11 boxes femininos, um isolado. Muito mau cheiro. Acessórios das válvulas de descarga quebrados, papel higiênico espalhado, chão molhado e sujo. O masculino sujo e sem suporte de papel-toalha. Box para deficientes correto. Os responsáveis afirmam que os banheiros estão nos planos de reforma da rede e que os fatos relatados, dizem, não têm a ver com a rotina da empresa.